DISSE JESUS: "EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. NINGUÉM VEM AO PAI, A NÃO SER POR MIM (João 14.6).

sexta-feira, 2 de maio de 2014

CRONOLOGIA DA HISTÓRIA I - Prefácio à História da Filosofia - SETAD - Seminário Teológico

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SETAD
SEMINÁRIO TEOLÓGICO DA ASSEMBLEIA DE DEUS
NO IPIRANGA
HISTÓRIA DA FILOSOFIA
Prof. Pr. Renato Moura
 O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução (Provérbios 1.7).


CRONOLOGIA DA HISTÓRIA (ocidente)


Pré-história - Das origens do homem até c. 4000 a.C.
A Pré-história abrange um período de 98% da história da humanidade. E julgavam não haver registros desse tempo, pois o advento da escrita só deu-se por volta de 4000 a.C. e assinala o fim dessa época.

Entretanto, os pré-históricos nos legaram desenhos e pinturas rupestres (gravações em rocha), além de objetos de suas colonizações que os trabalhos dos arqueólogos conseguem avaliar e fornecer datas e modos de vida daqueles povos.

Idade Antiga ou Antiguidade - de 4000 a.C. (advento da escrita) a 476 d.C. quando houve a queda do Império Romano do Ocidente.

Foi Odoacro, rei dos hérulos, povo bárbaro, quem depôs o imperador Rômulo Augusto, enviando em seguida, insígnias ao Imperador Romano do Oriente Zenão I, e este o convidou a submeter-se ao imperador legítimo Julio Nepos. Mas, Odoacro não aceitou e por fim foi reconhecido. Ele deixou aos romanos cargos menores e o livre exercício do cristinismo.
Nesse período (Antiguidade) que se estendeu desde a invenção da escrita (4000 a.C. a 3500 a.C.) até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.) e início da Idade Média (século V). Neste espaço temporal verificamos que as chamadas civilizações antigas, que conhecem a escrita, coexistem com outras civilizações, escrevendo sobre elas (Proto-História).
Diversos povos se desenvolveram na Idade Antiga. As civilizações de regadio - ou civilizações hidráulicas - (Egito, Mesopotâmia, China), as civilizações clássicas (Grécia e Roma), os Persas (primeiros a constituir um grande império), os Hebreus (primeira civilização monoteísta), os Fenícios (senhores do mar e do comércio), além dos Celtas, Etruscos, Eslavos, dos povos germanos (visigodos, ostrogodos, anglos, saxões, etc) e outros.
A Antiguidade foi uma era importantíssima, pois nessa época tivemos a formação de Estados organizados com certo grau de nacionalidade e territórios e organização mais complexas que as cidades que encontramos antes desse período da história.
Algumas religiões que ainda existem no mundo moderno tiveram origem nessa época, entre elas o cristianismo, o budismo, confucionismo e judaísmo.
O próprio estudo da história começou nesse período com Heródoto e Tucídides, gregos que começaram a questionar o mito, a lenda e a ficção –  do fato histórico, narrando as Guerras Médicas e a Guerra do Peloponeso respectivamente.


Idade Média  - De 476 séc. V d.C .a 1453 século XV d.C. - (Surgimento de Maomé-nascido em 570 d.C. em Meca) Os muçulmanos acreditam que no ano de 610 d.C. quando Maomé tinha 40 anos, num dos seus retiros para orar nas cavernas do Monte Hira, ele teria recebido a visita do anjo Gabriel que o mandou recitar uns versos enviado por Deus. Aqueles versos foram, mais tarde, incorporados ao Alcorão. Também teria dito que, ele seria o último dos profetas enviado á humanidade; e teria precedido: Jesus, Davi, Moisés, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão.  
A Idade Média pode também ser dividida da seguinte forma:
Idade Média Antiga (ou Alta Idade Média ou Antiguidade Tardia) que decorre do 
século V ao X;
Idade Média Plena (ou Idade Média Clássica) que se estende do século XI ao XIII;
Idade Média Tardia (ou Baixa Idade Média), correspondente aos séculos XIV e XV.
Fim da idade Medieval - Tomada de Constantinopla pelos turcos 
Otomanos-Maomé II em 1453).

Renascença – Período de transição Séc. XV d.C. ao Séc. XVI d.C.

Idade Moderna - De 1453 - Séc. XV até 1789 - Séc. XVIII fim da revolução francesa.
Idade Contemporânea - De 1789 Séc. XVIII até aos dias atuais


O quê devemos entender quando dizemos "Idade Média"? (De 476 séc. V d.C .a 1453 século XV d.C.). Esse termo refere-se a uma divisão do tempo que engloba praticamente 1.000 anos de história do continente europeu (. Essa classificação para o período - "Média" - foi uma forma de os homens dos séculos 14 e 15, dos reinos italianos, mostrarem que eram inovadores, modernos, transformadores.
Esses homens - pintores, artistas e pensadores do chamado Renascimento - achavam que estavam rompendo com um período culturalmente atrasado do mundo ocidental, dominado pelo pensamento da Igreja católica. Assim, os renascentistas classificavam-se como "modernos" e acreditavam que estavam fazendo renascer o esplendor das culturas grega e romana da Antiguidade.
Entre a Idade Moderna e a Idade Antiga havia, portanto uma idade intermediária, que ficava no meio, sendo a média entre esses dois períodos. Assim nasceu o conceito de Idade Média. Essa classificação, na verdade, é uma simplificação preconceituosa, pois classifica uma cultura como inferior a outra e resume a história de diversos povos que viviam na Europa como uma só história.
De qualquer forma, o estudo desse período é extremamente importante, para podermos entender diversos aspectos da história do mundo ocidental.

Roma, Ocidente e Oriente

A Idade Média tem como marcos de seu começo e seu fim duas datas que se referem ao Império Romano. Seu início é marcado pela tomada de Roma pelos germanos: a derrubada do Império Romano do Ocidente ocorreu no ano de 476. O fim da era medieval é dado pelo ataque de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, tomada pelos turcos em 1453.

Alta e Baixa Idade Média

Para compreender melhor esse vasto período, costuma usar-se uma subdivisão temporal entre Alta e Baixa Idade Média. A Alta Idade Média é o primeiro momento, quando ocorreu formação de diversas sociedades na Europa e se passou entre os séculos 5 e 10. Foi nesse período que se formaram os feudos, estabeleceram-se as relações de suserania e vassalagem, e o poder da Igreja Católica constituiu-se e fortaleceu-se.
Já o período da Baixa Idade Média, sua segunda e última fase, foi aproximadamente do século 10 ao século 15. A partir dessa época, novas idéias e novas práticas foram surgindo e houve um processo de decadência das instituições feudais, que se formaram ao longo dos cinco séculos anteriores.

Idéias equivocadas sobre a Idade Média

No entanto, mais do que pensar em auge e decadência, nascimento e morte de uma época é importante entender que todos os aspectos que formaram o pensamento e as práticas medievais estão longe de representar um cenário único, um panorama unitário.
A idéia de Idade Média desde muito tempo esteve associada a atraso, a uma época de "trevas" no conhecimento, de pouca liberdade e de restrita circulação de idéias. Embora essa concepção não esteja totalmente errada, de maneira nenhuma podemos imaginar que foi somente isso que ocorreu no continente europeu durante os 1.000 anos de duração do período medieval.
Por que não podemos dizer que a Idade Média foi uma época só de atraso para os povos europeus? Porque, embora impregnada pela mentalidade religiosa, a cultura floresceu, como comprova a arquitetura da época, com suas grandes catedrais. Da mesma maneira, no interior da Igreja, diversos pensadores se esforçaram para conciliar a religião cristã com a filosofia grega, em especial a de Aristóteles. Ao mesmo tempo, assentando-se sobre a organização social e jurídica do antigo Império Romano, a Igreja contribuiu para civilizar as tribos e reinos bárbaros. Ao mesmo tempo, se é fato que durante a Alta Idade Média a economia esteve praticamente centrada na agricultura, isso ocorria porque os feudos produziam grande parte dos produtos que necessitavam consumir e a circulação de pessoas era restrita numa Europa povoada por fortificações isoladas uma da outra. No entanto, nem sempre esse cenário correspondeu à Europa inteira.

Além dos Feudos

Assim, nem todas as relações sociais e de produção estavam concentradas nos feudos, com os senhores e servos. A partir do século 10, os povos que não se encaixavam nesse esquema, que viviam de outras atividades, como comércio e negócios, começaram a morar no entorno dos feudos, nas áreas de passagem e de feiras.

Enfim, não podemos mais continuar repetindo que a Idade Média (séculos 5 a 15) seja um período "de trevas", de falta de conhecimento e de opressão contra os povos. Repetir isso é complicado porque estaremos concordando com os artistas renascentistas, os "modernos", que tinham uma visão preconceituosa sobre o período medieval.

Na verdade, a própria Idade Moderna (a partir do século 15) foi conseqüência de muitas conquistas medievais, como o renascimento comercial da Europa (século 11), obtido principalmente devido à ação das Cruzadas (séculos 11 e 13).

Renascença – Período de transição Séc. XV d.C. ao Séc. XVI d.C.

Idade Moderna - De 1453 - Séc. XV até 1789 - Séc. XVIII fim da revolução francesa.
Idade Contemporânea - De 1789 Séc. XVIII até aos dias atuais

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 CRONOLOGIA DA VIDA NA TERRA 

(segundo a Teoria Evolucionista)

Apresentação segundo as suposições mais aceitas pelos evolucionistas; os quais se fiam na “teoria da evolução” do naturalista britânico Charles Robert Darwin (12/02/1809 —19/04/1882)
Darwin estudou medicina na universidade e depois teologia. É interessante ressaltar que o único diploma que o pesquisador conseguiu obter foi o de ‘Teologia”.
Nosso registro cronológico, na 2a. parte está de acordo com dados históricos.

Porém, os métodos das datações geológicas podem ter margens de erros grosseiros dependendo do utilizado, das condições das amostras e do caráter do pesquisador. Portanto, há redatações consideráveis nos fósseis encontrados.

Discordando dos evolucionistas os criacionistas consideram abusivas as conclusões como a apresentação de antepassados do Homo sapiens com traços simiescos. Para eles o que foi apresentado mesmo, não passou de fósseis de macacos.

4 Ba. Surgimento da vida - organismos unicelulares
3 Ba. Seres capazes de realizar fotossíntese
2 Ba. Seres pluricelulares
1 Ba. Seres multicelulares
600 Ma. Animais simples
570 Ma. artrópodes
550 Ma. Animais complexos
500 Ma. surgimento dos peixes e proto-anfíbios
475 Ma. vegetais terrestres
400 Ma. Insetos e sementes
360 Ma. Anfíbios
300 Ma. répteis
230 Ma. surgimento dos dinossauros
200 Ma. primeiros mamíferos
150 Ma. primeiras aves
100 Ma. surgimento das flores
65 Ma. Extinção dos dinossauros.


A vida na Terra
Era
Era primitiva
Era primária
Era secundária
Era terciária
Era quaternária
Duração
Mais de um bilhão de anos
300 milhões de anos
150 milhões de anos
50 milhões de anos
Um milhão de anos
Caracterís-
ticas

Intenso vulcanismo;
Formação dos oceanos, lagos e rios;
Cadeias de montanha;
Primeiras formas de vida (algas e bactérias).
Aparecimento de florestas pantanosas e grande quantidade de plantas pelos continentes;
Surgimento de insetos, peixes, répteis e anfíbios;
Fósseis de animais
Plantas floridas e frutíferas Plantas coníferas;
As primeiras aves;
Primeiros mamíferos;
Répteis gigantes (os dinossauros).;
Formação de cadeias de montanhas rochosas;
Desenvolv. dos primatas;
Desenvolv. dos símios (macacos);
Aparecem os hominídeos (Australopithecus)


Aparecimento do homo sapiens;
Período em que vivemos.
Outras afirmações:
O homo sapiens teria surgido  entre 250 a 150 mil anos





40000 a.C.
Colonização da Eurásia (massa que forma em conjunto a Europa e a Ásia) e a Oceania pelo “Homo sapiens” que teve suas origens nas savanas de África entre 130.000 a 200.000 anos atrás; colonizando as Américas apenas há 10.000 anos.
30000 a.C.
Fim do Neandertal – Povoamento da Austrália e América do Norte.
20000 a.C.
Período Magdaleniano; Pinturas de Altamira; Pinturas rupestres de Lascaux.
10000 a.C
Início da agricultura (sudoeste asiático).
9000-8000 a.C.
Início do pastoreio; Ocupação do Oriente Próximo; Surgimento da cidade-estado.
8000-6000 a.C.
Fundação de Jericó; na Anatólia, fundição do cobre; primeiros objetos cerâmicos.
Na Grécia: início da agricultura.
5000-4000 a.C.
Fundição do bronze; uso do arado. Celeiros na Europa; Aldeias Neolíticas nas margens do Nilo; Ocupação agrícola do Egito; Fundação da 1ª dinastia do Egito: faraó Narmer.
3500 a.C
Invenção da escrita; invenção da roda; primeira cidade na China; civilização Suméria; Lã na Mesopotâmia; domesticação de carneiros, cabras e ovelhas na Anatólia; domesticação do cavalo e do camelo; desenvolvimento minério na Anatólia.
3000 a.C.
Civilização minóica (Creta); Construção das pirâmides; Cerâmica nas Américas; Caral, primeira cidade americana.
2000 a.C.
Fundação do império Assírio; Código de Hamurábi; Império dos Hititas. Novo Império Egípcio; Abissínios no Alto Egito. No Peru, trabalho em metal.
1700 a.C.
Domínio do Egito pelos Hicsos.
1500 a.C.
Arianos dominam norte da Índia; Início da civilização micênica, na Grécia; Escrita linear, em Creta.Destruição da Creta minóica.
1200 a.C
Surge o judaísmo; Êxodo judaico; Fenícios desenvolvem o alfabeto; Início da Idade do Ferro no Próximo Oriente; Fim do império Hitita.
1000 a.C.
Rei David une Judá e Israel; Expansão ariana a leste (Índia); Apogeu do reino de Israel; Etruscos chegam à Itália; Fenícios no Mediterrâneo.
900-800 a.C.
Reinado de Salomão em Israel; Separação de Judá e Israel em dois reinados; O Egito invade Judá e Israel.
700 a.C.
Apogeu militar assírio; Apogeu do império Babilónico; Fim do reino de Israel; Fundação de Roma; Colônias gregas Jogos Olímpicos.
600 a.C
Primeiras moedas (Lídia); Trabalho em ferro; Queda do Império Assírio; Cativeiro judeu em Babilônia; Assírios conquistam o Egito.
500 a.C.
Reinado de Dario I; Revolta jônica contra os persas; Fim do império Babilónico e domínio deste pelo império Aqueménida; O rei Nabucodonosor destrói Jerusalém e expulsa os Judeus; Ciro, o Grande, rei dos Persas; Domínio persa da Fenícia; República romana; Clístenes institui a democracia; Tales de Mileto, início da filosofia ocidental; O ferro expande-se ao sul do Saara.
400 a.C.
Período clássico grego; Confederação de Delos.
300 a.C.
Felipe II da Macedônia; Alexandre Magno; Ptolomeu I no Egito.
200 a.C
Roma domina a Itália central; Roma conquista a Espanha; Fundação da Biblioteca de Alexandria; Primeira Guerra Púnica; Segunda Guerra Púnica.
100 a.C.
Roma conquista a Macedônia; Grécia sob domínio romano; Guerra civil, em Roma

1 a.C.
Vitória parta sobre Roma; Cidadania romana em toda a Itália; Conquista da Gália por César; Guerra Civil romana, ascensão de César; Calendário Juliano; Fim da República, Augusto imperador.
séc. I
Advento de Cristo; Destruição do Templo de Jerusalém; Roma invade a Grã-Bretanha;

 

A ERA CRISTÃ E A DIVISÃO DA HISTÓRIA

A referência de maior aceitação para se contar o tempo, atualmente, é o "nascimento de Cristo".
Mas já houve outras referências importantes:

1) Os gregos antigos tinham como base cronológica o início dos jogos olímpicos.
(Os Jogos Olímpicos antigos eram um festival religioso e atlético da Grécia Antiga que se realizava de quatro em quatro anos no santuário de Olímpia em honra de Zeus. A data tradicional atribuída à primeira edição dos Jogos Olímpicos é 776 a.C..
Os Jogos Olímpicos eram os mais importantes jogos pan-helénicos, tendo sido proibidos pelo imperador cristão Teodósio I em 393 da era atual, por serem uma manifestação do paganismo).

2) Os romanos, a fundação de Roma.
(Roma teria sido fundada em 21 de abril de 753 a.C.)

3) Ainda hoje, os árabes contam seu tempo pela Hégira, a emigração (não fuga) de Maomé de Meca para Medina.
Hégira é a era muçulmana, que tem como início a fuga, diga, emigração de Maomé de Meca para Medina, em 622 da Era Cristã.
Maomé, sendo perseguido na cidade de Meca, foi obrigado a fugir, (diga emigrar) para outro lugar: Yatrib (posteriormente Medina). A esse acontecimento marca o início do calendário muçulmano.
4) Calendário Judaico
Segundo o ensino rabínico, o calendário judaico existe há mais de 3300 anos, quando Deus mostrou a Moisés a Lua Nova, no mês de Nissan, duas semanas antes da libertação dos filhos de Israel do Egito, no ano 2448 após a Criação do Mundo. A partir dessa época, o povo judeu recebeu um calendário especial, diferente dos outros já existentes: é lunissolar – os meses seguem as fases da lua, porém faz consideração as estações do ano. O Ano Novo (Rosh Hashana) para os judeus começa a 7 de outubro. Os anos têm 353 dias quando são "defeituosos", 354 os "regulares", e 383 dias os "perfeitos" ou "abundantes". O Ano Novo (Rosh Hashana) dá início ao período de dez dias de penitência, que vai até o Dia do Perdão (Yom Kipur). O calendário israelita é lunissolar, com anos solares e meses lunares. Para se ajustar os meses ao ano solar, intercala-se um mês nos anos 3, 6, 8, 11, 14, 17 e 19 de um ciclo de 19 anos. Os meses são fixados alternadamente com 29 e 30 dias. 

ATUALMENTE (MAIO/2014)
O CALENDÁRIO JUDÁICO MARCA 5774   

O CALENDÁRIO CRISTÃO  2014. 


Séc I d.C.   
 01 ao 100
Séc II d.C.   
101 ao 200
Séc III d.C.   
201 ao 300
Séc IV d.C.   
301 ao 400
Séc V d.C.   
401 ao 500
Séc VI d.C.   
501 ao 600
Séc VII d.C.   
601 ao 700
Séc VIII d.C.   
701 ao 800
Séc IX d.C.
801 ao 900
Séc X d.C.
901 ao 1000
Séc XI
1001 ao 1100
Séc XII
1101 ao 1200
Séc XIII
1201 ao 1300
Séc XIV
1301 ao 1400
Séc XV
1401 ao 1500
Séc XVI
1501 ao 1600
Séc XVII
1601 ao 1700
Séc XIX
1801 ao 1900
Séc XX
1901 ao 2000
Séc XXI
2001 ao 2100
Séc I a.C.
-01 ao -100
Séc II a.C.
-101 ao -200
Séc III a.C.
-201 ao -300
Séc IV a.C
-301 ao -400
Séc V a.C.
-401 ao -500
Séc VI a.C.
-501 ao -600
Séc VII a.C.
-601 ao -700
Séc VIII a.C.
-701 ao -800
Séc IX a.C.
 -801 ao -900
Sé X a.C.
-901 ao -1000
Não existiu um ano zero. Pelo que o ano 1 a.C foi imediatamente sucedido pelo ano 1 d.C.).
ANNO DOMINI (em Latim: "no ano do Senhor"), também apresentado na sua forma abreviada A.D. é uma expressão utilizada para marcar os anos seguintes ao ano 1 do calendário mais comumente utilizado no Ocidente, designado como "Era Cristã" ou "Era Comum" (termo preferido por quem tenta evitar referências religiosas). Em português, é usual utilizar a abreviatura d.C. - ou seja, depois de Cristo para o mesmo efeito. Da mesma forma, se utiliza a.C. para designar os anos antes de Cristo. Esta era cronológica, que é globalmente adaptada, mesmo em países de cultura majoritariamente não cristã, para efeitos de unanimidade de critérios em vários âmbitos, como o científico e comercial, foi organizado de forma a contar o suposto ano do nascimento de Cristo como ano 1, marcando uma linha divisória no tempo. A contagem dos anos assemelha-se à ordem dos números inteiros (com a exceção de que não existiu um ano zero - pelo que, o ano 1 a.C. foi imediatamente sucedido pelo ano 1 d.C.), como também é comum referir-se aos anos antes de Cristo por números inteiros negativos e os anos depois de Cristo por números inteiros positivos.

Prof. Pr. Renato Moura


sábado, 1 de março de 2014

CACHORRO DORME HÁ 6 ANOS AO LADO DO TÚMULO DO DONO

Um cachorro mestiço pastor alemão, chamado Capitan, fugiu de casa logo depois que o seu dono Miguel morreu e foi sepultado no cemitério local. Segundo notícia publicada pelo jornal argentino La Voz; e transcrita pelo site: linkanimal.com.br

Capitan não só descobriu o cemitério onde enterraram seu dono, como também achou o túmulo. Daí para frente o cachorro permaneceu ao lado da campa.

Somente uma semana depois do seu desaparecimento, a sua dona ao ir visitar o túmulo do marido, encontrou Capitan no local.

O animal sempre é levado para casa, mas todos os dias às 18h00 volta para dormir junto ao jazigo.



Este fato intrigante desperta a nossa atenção ao vermos o carinho, amizade e fidelidade de um animal ao seu companheiro. E lamentamos, ao comprovarmos a falta de amor entre os humanos, muitos "tão religiosos". E ainda, entre esses tais, chamados racionais, deploramos tanta ingratidão, infidelidade e ausência de companheirismo.

Com muita propriedade a Bíblia nos ensina: 

O justo tem consideração pela vida dos seus animais, mas as afeições dos ímpios são cruéis (Provérbios 12.10).

A justiça do justo ficará sobre ele, mas a impiedade do ímpio cairá sobre ele  (Ezequiel 18. 20b).
Pr. Renato Moura.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

VOCÊ FOI CHAMADO PARA BRILHAR - Nesse afã de agradar, alguns se esforçam para estarem em todas as reuniões da igreja com o único objetivo...

01 – PARA BRILHAR VOCÊ PRECISA AGRADAR.
Um item muito importante para o cristão que deseja brilhar é saber, se de fato está agradando. E, nesse afã de agradar, alguns se esforçam para estarem em todas as reuniões da igreja com o único objetivo de serem visto por muitos, principalmente pelo líder. Entre esses tais, tem gente que até muda a sua característica pessoal, como jeito de andar, ler, falar, cantar e até mesmo seu jeito de orar, só para estar mais “parecido” com o modelo que julga que a liderança aprova.
Entretanto, para agradar é preciso ter fé. Não em outra pessoa – mas, em si mesmo! Você precisa crer que é capaz; que Deus já fez tudo por você e só está esperando para ver as suas ações e reações.
Nessa linha de raciocínio podemos ler na carta aos Hebreus: 
Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam (Hebreus 11.6).

02 – BRILHANDO NA AUTOPROMOÇÃO.
É claro que se você deseja “brilhar”, é necessário que haja em seu interior uma vontade, um desejo de realização sem incertezas. Em primeiríssimo lugar é preciso que essa tal autopromoção seja feita dentro de você mesmo. É preciso que a confiança na sua capacidade seja acreditada primeiro por você. Você não pode começar e pensar que chegará ao triunfo, se nem mesmo você acredita em sua força. 
Mesmo que em alguns pontos da sua vida ou personalidade há uma fraqueza que pode por tudo a perder, e algumas vezes você pensou em desistir de tudo; olhe mais uma vez para “Aquele” único que é perfeito e ouça o que Ele falou a Pedro e aos demais discípulos: 
Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis (Marcos 10.27).
Diga: eu vencerei porque Deus está comigo! Eu posso porque eu sou de Deus! E se em qualquer momento a incerteza trouxer alguma dúvida, lembre-se dessas palavras:
Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8.31). 
Tudo mudará, se você pode crer! E depois, quando as coisas começarem a dar certo, não se esconda, deixe que saibam o que você está fazendo. Não seja demasiadamente modesto a ponto de outra pessoa levar o mérito daquilo que você fez. Mas, não precisa forçar nada, porque tudo ocorrerá naturalmente dentro da vontade de Deus. Só não diga como Adão disse para Deus: ouvi a tua voz... tive medo e me escondi. 
Só se esconde aquele que está em pecado, aquele que desistiu da luta, aquele que nada faz para ser valorizado. Mas, os vencedores sempre aparecem! Eles estão no topo, pois correram para alcançarem o prêmio.
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece (Filipenses 4.13).

03 – BRILHE A SUA APRESENTAÇÃO PESSOAL.
Você já notou que as empresas de “marketing” para promoverem um produto, o fazem de forma a valorizar o mesmo?  Assim o consumidor enche os olhos com um aspecto sofisticado, com cores fortes e “design” chamativo. 
Você percebeu que na área de programas para computadores, por exemplo, além do acima exposto, um único disco de DVD é vendido numa embalagem onde caberiam pelo menos uns cinquenta? A apresentação conta sim, e muito!
E como você tem se apresentado ultimamente? A sua “embalagem” é a sua apresentação pessoal. A roupa que você veste deve estar sempre bem cuidada, limpa, passada... Os seus sapatos engraxados e, num geral, você deve ter uma aparência bem cuidada com muito carinho. A sua apresentação pessoal deve surpreender aqueles a quem você for apresentado e todos os que lhe veem. Não se trata aqui, por ser um meio cristão, de trajes caros, de grifes famosas, não! Mas, lembre-se: a limpeza tanto a corporal, como a das roupas e calçados devem ser um primor, já que são componentes visuais que apresentam o mais valioso: o programa muito bem elaborado que compõe o seu coração que no momento certo começará a exalar o bom perfume de Cristo.
A procura da perfeição, uma bela apresentação e a imprescindível ajuda de Deus farão com que você, sem dúvida, comece a brilhar.  
A vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito (Provérbios 4.18).  

04 – PARA BRILHAR, VOCÊ PRECISA MUDAR.
Eduardo Galeano, escritor uruguaio, autor de mais de 40 obras que foram traduzidas em diversos idiomas, entre elas encontramos “As Veias Abertas da América Latina”, pois bem, ele declarou: "Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos".  
O apóstolo Pedro disse: 
Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós (1Pedro 5.6,7).
Ser humilde, não é ser um desprotegido, não é ser um coitado! E afaste-se dessa ideia de que se pode brilhar sem esforço; seja humilde você precisa mudar. Acredite: é necessário que pensamentos arraigados sejam revistos à luz da Bíblia, de maneira franca, extremamente válida, sem chavões pré-concebidos. Então, onde houver necessidade de mudanças, abra o coração para a verdade e deixe o Senhor operar!
Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade (Filipenses 2.13).

05 – BRILHE PARA CRISTO. 
Na sociedade globalizada de hoje, com a rapidez que as notícias nos chegam, percebemos a frenética voracidade dos consumidores de última hora que, embora se achem mais cultos e instruídos, acabam colocando no “self-service”
da sua alimentação diária, muito mais joio que trigo.  Dessa forma, esses nem tão inocentes assim, vão se prostituindo voluntária ou involuntariamente acarretando para si e para suas famílias males que dificilmente não os farão chorar. E o pior é que, até na mesa do Senhor há uma mistura nociva, cujo percentual vem provocando intoxicação alimentar nas ovelhas do rebanho de Cristo. 
Os falsos profetas já estão aí aos montes, eles estão atuando fora e dentro das igrejas. Como serpentes fazem seus ninhos e picam inoculando veneno mortal nos incautos que lhes cruzem o caminho.
O Senhor Jesus, entretanto, continua nos dizendo:  
Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. (João 4.23). Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo  (Mateus 28.19).
Assim, você pode brilhar praticando o amor de Cristo! Melhore cada vez mais, todos os dias e em todas as ocasiões. Leia jornais, revistas e livros evangélicos. E com muita perspicácia leia os seculares também. Falar e escrever corretamente é fundamental para quem deseja brilhar.
Mas, se por algum motivo você se achar incapaz para uma tão grande obra, que é a de brilhar com Cristo e para Cristo, lembre-se que a obra não é sua – é de Deus. E Ele como Senhor da seara há de lhe dar condições complementando tudo aquilo que lhe falta. E, se por acaso, num momento qualquer, você ficar sem saber o que falar lembre-se o que Deus lhe diz: 
Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito; abre bem a tua boca, e ta encherei (Salmo 81.10).
Porém, a você meu irmão que deseja brilhar, nunca esqueça a palavra de João “o batista”, que referindo-se a Jesus, assim se expressou: 
É necessário que ele cresça e que eu diminua (João 3.30).

Que Deus nos ajude!

Pastor Renato Moura.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

INCÊNDIO CRIMINOSO DESTRÓI 2 LIVRARIAS DA SOCIEDADE BÍBLICA DO EGITO

Ataques ocorreram em 14 de agosto, dia em que aconteceram os mais violentos protestos no país.

A Sociedade Bíblica do Egito foi vitimada pela violenta crise institucional que abala o país desde 3 de junho, quando o presidente Mohamed Morsi foi retirado do governo em um golpe militar. Duas livrarias da entidade, que ficam localizadas nas cidades de Assit e Mimia, no sudeste do Egito, foram incendiadas em 14 de agosto, dia em que ocorreram os mais violentos protestos no país.

Nenhum colaborador da Sociedade Bíblica ficou ferido. Por temer a violência dos protestos, a direção da entidade optou pelo fechamento das livrarias e os funcionários foram dispensados. Outras lojas vizinhas às livrarias foram atacadas. Os carros estacionados ao longo dessas ruas foram destruídos.

A Sociedade Bíblica do Egito está em operação há 129 anos e, pela primeira vez, sofreu um ataque dessa natureza. Ramez Atallah, secretário-geral da entidade, agradeceu a Deus pelos colaboradores terem saído ilesos do ataque. Agora, ele pede a todos os cristãos que orem pela rápida restauração dessas livrarias, para que possam continuar a levar a mensagem bíblica aos egípcios.


Ao meu ver,  todo o extremismo leva ao caos.
Vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus (João 16.2).

Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o maior pregoeiro da
paz que esse mundo já viu, preconizava a divulgação e a prática da convivência pacífica entre os contrários. 
Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro (Mt 13.30). 
Embora, Nele também não houvera a passividade e a conivência com os desvios ou rebeldia aos desígnios sagrados, a Sua palavra sempre foi de alerta e ponderação em todos os sentidos. Nunca vimos o Mestre incitando o confronto religioso ou o embate em vias de fato.  
Em Seus ensinos Ele expunha o perigo da continuidade no pecado; apontava a direção a seguir; e proporcionava a transformação de vida para os seus interlocutores. Sem imposição, sem nenhuma violência, apenas com ponderações e alegorias tão simples, mas, ao mesmo tempo, tão profundas que penetravam na alma daqueles que o ouviam. Jesus exteriorizava o Seu evangelho alicerçado em poderosas ações de amor.
E esse conhecimento Ele passou reiteradas vezes aos seus discípulos:
E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa. E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, voltará para vós (Lc 10.5,6).

Na igreja primitiva vemos que o apóstolo Paulo assimilou a lição. 
Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns (1Co 9.22).

Não adotamos a cumplicidade com a imoralidade, corrupção, desonestidade ou quaisquer desmandos, pois tudo isso é caracterizado na Bíblia como pecados contra o Senhor.  
Por isso, reservamos o direito dado por Deus da manifestação com “todas as letras”, quando bestialidades ferirem os interesses do Criador.  
Ainda que muitos não entendam, nós, como servos da atualidade, continuamos seguindo o Nosso Mestre e Senhor! 

Pastor Renato Moura.


domingo, 11 de agosto de 2013

Pastor José Apolônio da Silva – foi remanejado para Jerusalém celestial. Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem (Ap 14.13).



Por designação do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o pastor José Apolônio, 90 anos, partiu para eternidade hoje, dia 10 de agosto de 2013, às 18h00. Ele estava internado há 3 dias no Hospital PAPI - em Natal - Rio Grande do Norte. Deixa viúva a irmã Maria Nazaré da Silva com quem era casado desde 04 de dezembro de 1947.
Nascido em Goianinha - RN, em 09 de fevereiro de 1923, converteu-se a fé evangélica com 20 anos de idade, mais precisamente no dia 13 de junho de 1943.

O pastor José Apolônio, em sua profícua vida, desenvolveu várias aptidões. Escreveu e nos legou várias obras de peso como: "As Epístolas Paulinas; Grandes Perguntas Pentecostais/CPAD". Como articulista em diversos jornais e revistas colocou na vanguarda o meio evangélico do nosso país enaltecendo a graça de Deus. Exímio ensinador, com sua característica pessoal, vinculava o auditório à sua fala, do começo ao fim das suas pregações. E como conselheiro experiente prestou preciosa assistência às famílias e a oficiais eclesiásticos; expresso aqui o meu reconhecimento por seus valiosos préstimos à minha pessoa.

Liderou as Assembleias de Deus em Assu - RN; Campina Grande - PB; Rio Comprido - RJ. Foi também adjunto do pastor Alfredo Reikdal na Assembleia de Deus - Ministério no Ipiranga, em São Paulo, e pastor auxiliar na AD em Natal - RN. Pastor José Apolônio era membro da Casa de Letras Emilio Conde, entidade que reúne os principais nomes da literatura pentecostal assembleiana no Brasil e, em 2003 foi escolhido seu patrono.

"E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens (Mc 1.17)". Atendendo o chamado do Mestre, Apolônio foi um excelente pescador! E não por ser o irmão mais velho, mas por nutrir o amor e a dedicação à obra de Deus, ganhou para Jesus, na época o seu jovem mano Antonio Gilberto, hoje pastor reconhecido e honrado nacional e internacionalmente. Ele é, como seu saudoso irmão, escritor de várias obras, entre elas o Manual da Escola Bíblica Dominical, também é o Editor da Bíblia de Estudo Pentecostal.
Aquele peixe que o pastor José Apolônio pescou é considerado atualmente, um patrimônio da maior igreja evangélica do Brasil em termos numéricos, a Assembleia de Deus (Fonte: IBGE - Censo 2010).

Antonio Gilberto recebeu a palavra da salvação através do seu irmão José Apolônio, e alcançou a bênção.
Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior (Hb 7.7).
Então, quem hoje passou para o Senhor foi o maior!
Finalizando, transmito à igreja, à família e aos amigos: "Que o Espírito Santo conforte cada coração!"

O Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor (Jó 1.21b).

Pastor Renato Moura 

Bibliografia:
www.cpadnews.com.br/interna-4-17173.html
pointrhema.blogspot.com.br/2013/08/pr-jose-apolonio-da-silva-nota-de html
prelielsoares.blogspot.com.br/2013/08/falece-o-pr-jose-apolonio.html