sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

O OFÍCIO DO CONSOLADOR - Muitas situações agridem tanto que chegamos à beira do desespero. Em momentos assim, uma interrogação fica...


O OFÍCIO DO CONSOLADOR

Pr. Renato Moura

Muitas situações agridem tanto que chegamos à beira do desespero.
Em momentos assim, uma interrogação fica suspensa no ar... Por que Senhor?
E quando a resposta, em nosso entendimento, demora a chegar, fazemos as mais diversas suposições para encontrarmos uma explicação.
A mais preocupante não é incomum, já que, comprovadamente, muitas pessoas assumem um sentimento de culpa que lhes golpeará a alma de forma ainda mais contundente e dolorida.
Entretanto, encontramos na Bíblia Sagrada palavras de carinho, instrução e conforto para os corações machucados por imprevistos incompreensíveis.
Um desses conselhos nos exorta a nos conformarmos e entendermos que, certos desfechos, nunca conseguiremos elucidar por completo; pelo menos não nessa esfera temporal.

As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem (Deuteronômio 29.29a).

Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder (Atos 1.7).


Por isso, não precisamos nos torturar com nossos próprios martírios, porque, aquelas outras palavras que muitas vezes nos alegraram e embeveceram no passado, em momentos de calmaria e paz – continuam operantes – e tem o mesmo poder e eficácia, para fazer o milagre de arrancar dos corações aflitos todo o incomodo, tristeza e mágoa.

Veja a palavra que o Senhor Jesus Cristo reservou hoje para você:

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre. O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós (João 14.16,17).


© Pr. R. Moura – Publicação livre – se indicado o autor.

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